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ANTÔNIO TABET EM PEÇANHA – PROTOCOLO DE SEGURANÇA

Um dos pioneiros do humor na internet brasileira, empreendedor de sucesso e hoje com uma carreira sólida nas telas, Antonio Tabet começa a circulação pelo país com o espetáculo “Peçanha – Protocolo de Segurança”, após uma temporada de sessões esgotadas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Na peça, que marca a sua estreia no universo teatral, o ator interpreta o irreverente e famigerado policial Peçanha, personagem mais famoso de sua trajetória, com milhões de visualizações nas plataformas de streaming. Um sucesso de crítica e público, mais de 15.000 pessoas já foram receber as instruções de segurança do sargento-tenente-major.

O monólogo promete ser mais um divisor de águas para o carioca, conhecido por sua versatilidade e pelo humor afiado. Entre os destaques de seu currículo estão a criação do site Kibe Loco e do canal Porta dos Fundos, a conquista de um Emmy Internacional e atuações em diversos longa-metragens e especiais, incluindo “Peçanha Contra o Animal”. Atuar nos palcos era um desejo antigo que ficou em segundo plano devido a uma agenda sempre repleta, seja de compromissos profissionais ou familiares. “Eu sempre tive essa vontade, mas, por vários motivos profissionais e pessoais, eu simplesmente não tinha tempo. O que é diferente em relação a mim é que a minha carreira de ator deslanchou tarde. Foi por volta dos 38 anos que o Porta dos Fundos estourou. E foi bem na época que eu estava com filhos pequenos, então eu queria aproveitar os fins de semana com eles”, explica Antonio, que assina o texto em parceria com Gabriel Esteves e Matheus MAD.

Com o fim de sua participação na novela da TV Globo “Elas por Elas” (também a primeira de sua trajetória, na qual interpretou o vilão Fagundes) e os incessantes pedidos de amigos – bem como de fãs em suas redes sociais – para que levasse o personagem aos palcos, Antonio finalmente conseguiu colocar a ideia em prática. O resultado é um espetáculo que une as linguagens do stand-up e do teatro, no qual o humorista satiriza a hipocrisia da sociedade brasileira através do olhar do controverso policial, abordando temas como inclusão de gênero, racismo, homofobia, machismo, autoajuda, família e futebol.

 “Eu não queria fazer mais um stand-up, então acabei juntando as duas coisas e fiz uma peça com características do gênero”, resume. “O Peçanha conquistou o público por sua complexidade e ironia, porque ele é o retrato da hipocrisia brasileira. O Brasil é um país muito racista, muito machista e muito homofóbico. Ao mesmo tempo é um país que não tolera racistas, não tolera machistas e não tolera homofóbicos. É um paradoxo”, reflete. 

A narrativa parte das instruções de segurança apresentadas ao público antes das sessões em cinemas e teatros. Ao notar que tais determinações muitas vezes não são cumpridas, Peçanha resolve inovar e oferecer os serviços de quem tem “mais de vinte anos de corporação nas costas” para, do alto do palco e ao vivo, orientar a plateia quanto às normas para que todos aproveitem a peça “Hamlet”, estrelada pelo  celebrado ator Mateus Solano.

A única questão é que Peçanha não esperava que o ator, sempre tão profissional, pontual e assíduo, desta vez se atrasasse, o que obriga o policial a enrolar a plateia falando do seu dia a dia do trabalho, do Rio de Janeiro, do Brasil e da realidade de um oficial de quarenta e tantos anos que tenta se adequar ao mundo contemporâneo.

O agente interage com a plateia, sempre tentando se desconstruir, algumas vezes por linhas tortas, mas nunca deixando de lado o humor mordaz autorizado pela sabedoria popular aliada a uma ignorância estratosférica. O espetáculo também aborda assuntos contemporâneos, como o desafio de navegar pelo humor politicamente correto. 

“O politicamente correto tem um lado muito bom, é algo que sempre evolui ao longo dos tempos. Fazer piadas ofensivas a uma raça ou a uma determinada minoria era muito comum nos anos 80 e hoje em dia é algo inaceitável”, reconhece Antonio, que avalia o desenvolvimento do personagem ao longo dos anos. “O Peçanha no início era mais rude. Aí eu fui mexendo nele aos poucos para adequá-lo a um mundo novo”, conta.

Embora o carioca receba muito carinho das pessoas em suas andanças pelo Rio de Janeiro, o frisson que causa entre os PMs em serviço na cidade é ainda maior.

“O fato de ele ser muito popular é porque todo mundo já cruzou com algum Peçanha na vida. Todo mundo já parou numa blitz. Todo mundo já foi abordado por um policial. Todo mundo já precisou de um segurança de shopping. Todo mundo já lidou em algum momento com agentes de autoridade”, conta. “Entre os policiais ele é muito, muito, muito querido, porque todos eles identificam alguém parecido em suas chefias. Eles falam assim: ‘Cara, é muito parecido com o meu chefe.'”

Para o ator, a popularidade do sargento-tenente-major transcende polarizações

políticas, agradando a diferentes públicos.

“Ele agrada a gregos e troianos. Enquanto a esquerda vê nele uma crítica, uma sátira, à direita vê nele um exagero, uma caricatura, uma homenagem”, conclui.

datas e horários

DATAS HORÁRIOS
14/03/2026 21:00 h
15/03/2026 19:30 h

VALOR INGRESSOS

Inteira Meia Entrada
R$ 100,00
R$ 50,00

Bilheteria: Av. Amazonas, 315 – Centro.
Funcionamento: Seg – Sáb: 12:00 – 21:00 e Dom e feriados: 15:00 – 20:00.
Horário especial nos feriados.
Telefone: (31) 3201.5211 ou (31) 3243.1964

Loja Eventim – Shopping 5ª Avenida (sujeito a taxa de conveniência)
Rua Alagoas, 1314
Loja 20C– Savassi
BR – 30130-160 – Belo Horizonte

Crianças até 02 anos:
Crianças até 02 anos completos possuem gratuidade e permanecem no colo dos pais e/ou responsáveis legais.
A partir de 02 anos e 1 dia, a criança paga meia-entrada mediante apresentação da carteira de identidade ou certidão de nascimento

Meia-entrada:
A Partir de 1/12, de acordo com decreto n° 8.537 de 5 de outubro de 2015, só serão vendidos ingressos de “meia entrada de estudantes”, para aqueles que tiverem as CIEs ( Carteiras de Estudantes ) com os seguintes requisitos:
– Nome completo e data de nascimento do estudante
– Grau de escolaridade
– Foto do estudante
– Nome da instituição de ensino ao qual o estudante está matriculado
– Data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição
– Certificação digital observando o disposto no inciso 2º do Art 1º da lei nº 12.933 de 2013
. O decreto n° 8.537, não permite que os estabelecimentos aceitem boletos ou carteirinhas de cursos, como comprovantes para a compra da meia entrada.

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